A Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados (MLGTS) assessorou a EDP na venda de créditos resultantes do sobrecusto com a produção em regime especial no âmbito da quinta operação de titularização de créditos Volta.
A equipa da MLGTS responsável pela assessoria à energética foi composta pelo sócio Ricardo Andrade Amaro (M&A e Energia) e pela associada Joana Alves de Abreu (Energia e Regulatório), de acordo com a nota enviada pela sociedade de advogados às redações.
A EDP vendeu à Tagus uma parcela do défice tarifário deste ano no valor de 584 milhões de euros, de acordo com o comunicado, datado de 22 de novembro, enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
“A EDP Serviço Universal, S.A. (“EDP SU”), comercializador de último recurso do sistema elétrico português, detido a 100% pelo Grupo EDP, acordou ceder, de forma plena e sem recurso à Tagus — Sociedade de Titularização de Créditos, S.A. (“Tagus”), uma parcela do défice tarifário de 2017, no montante de 584 milhões de euros, e respetivos juros”, lê-se no documento da elétrica.
A Tagus, a StormHabour e o Santander – os dois últimos contratados para avaliar o interesse dos investidores na operação de titularização do défice tarifário relativo a 2017 – foram apoiados juridicamente pelo escritório de advogados Vieira de Almeida.
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