Os democratas do Senado norte-americano chegaram a um acordo orçamental para gastar 3,5 triliões de dólares (2,9 triliões de euros) na próxima década para financiar programas sobre alterações climáticas, em saúde e nas famílias.
O acordo marca um passo importante no esforço do partido para cumprir o objetivo do Presidente, Joe Biden, de reforçar uma economia devastada pela pandemia e de a colocar no caminho do crescimento a longo prazo.
Contudo, as fações rivais moderadas e progressistas devem constituir ainda um obstáculo para se garantir a aprovação legislativa no Congresso, muito dividido, sobretudo quando deverão enfrentar a oposição republicana.
“Estamos muito orgulhosos deste plano”, disse aos jornalistas o democrata Chuck Schumer, o líder da maioria do Senado, na terça-feira.
“Sabemos que temos um longo caminho a percorrer. Vamos conseguir fazer isto para melhorar muito a vida dos americanos comuns”, prometeu.
O objetivo dos democratas é fazer aprovar uma resolução orçamental que reflita o acordo conseguido terça-feira através da Câmara e do Senado, antes de os congressistas partirem para as férias de agosto.
A resolução estabelece apenas parâmetros gerais de despesas e receitas, deixando o financiamento efetivo e as decisões específicas sobre quais os programas que são afetados – e por quanto exactamente – para legislação posterior.
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