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Câmara do Funchal reativa cooperação com a Associação de Desenvolvimento de Santo António

Pedro Calado destaca que “nos últimos oito anos esta Associação esteve à beira de fechar as portas por falta de apoio da anterior vereação da coligação ‘Confiança’”.
21 Janeiro 2022, 14h26

Foi durante a tomada de posse da nova direção da Associação de Desenvolvimento de Santo António (ASA), liderada por Marcelo Gouveia, que o presidente da Câmara Municipal do Funchal prometeu restabelecer o trabalho de colaboração e cooperação com a associação criada em 1999, que desenvolve trabalho na ajuda social às famílias carenciadas.

Pedro Calado destaca que “nos últimos oito anos esta Associação esteve à beira de fechar as portas por falta de apoio da anterior vereação da coligação ‘Confiança’”.

“Aquilo que fizeram foi parar com as ajudas sociais e quiseram encerrar a ASA. Foi uma vergonha aquilo que fizeram.  Arrombaram as instalações, retiraram todo o equipamento e impediram a ASA de trabalhar”, lamentou o autarca, realçando que foi através da “visão e do apoio” do Governo Regional que foi possível fazer “renascer” esta Associação  com uma amplitude em toda a Região.

Pedro Calado assegurou que a autarquia do Funchal está de portas abertas para trabalhar em articulação com a ASA e manter o mesmo diálogo com todos os organismos do Governo Regional, como acontecia até 2013.

“Nós vamos ter de ganhar muitas batalhas, mas a população tem de sentir que nós estamos unidos a trabalhar na mesma causa social”, sustentou.

Pedro Calado referiu que estar numa Associação deste tipo não é fácil, obriga a estar no terreno e em contacto diário com pessoas carenciadas, havendo a necessidade de ajudar e de atuar de forma ágil para dar resposta a todas as situações.

O presidente da Câmara salientou que a ASA desenvolveu muitos projetos de sucesso no terreno a nível da reabilitação urbana, ajuda alimentar, educação, formação e integração profissional, um trabalho em rede com diversas entidades.

Pedro Calado vinca que as pessoas hoje sentem bem a diferença da governação social-democrata em termos de visão social. “Hoje, mais do que nunca, temos de estar ao lado da população todos os dias, para  ajudar quem precisa e quem quer ser ajudado. Os apoios socais são para manter”, concluiu.


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