“El País” – Paris e Bruxelas evitam bloqueios semelhantes aos de Ottawa com proibição de protestos dos camionistas contra as restrições
Paris e Bruxelas deixaram claro que não vão autorizar os protestos de camionistas contra as medidas restritivas decretadas durante a pandemia, de forma a evitar que a situação venha a escalar como aconteceu durante uma onda de protestos em Ottawa, no Canadá.
A prefeitura da Polícia de Paris anunciou a proibição dos “comboios da liberdade”, um movimento inspirado pelo protesto dos camionistas contra a vacinação obrigatória que paralisou Ottawa e que já está a avançar de todo o país em direção a Paris.
A capital belga também reagiu de forma preventiva a essa movimento, tendo sido decidida a proibição desses protestos bem como tomadas medidas para impedir o bloqueio da capital da UE.
A partir desta sexta-feira, em Paris, dia em que deverão chegar os primeiros “comboios”, será adotado um mecanismo específico para “evitar bloqueios de estradas, sancionando e prendendo aqueles que violam esta proibição de manifestações”, segundo um decreto oficial.
“The Guardian” – “As coisas podem piorar muito rapidamente”, adverte Biden sobre situação na Ucrânia após conversações em Berlim falharem
Numa altura em que as negociações entre o Ocidente e Moscovo decorrem mas parecem não vir a dar frutos, Joe Biden alertou que “as coisas podem piorar muito rapidamente” na Ucrânia, instando de novo os cidadãos norte-americanos a saírem daquele país imediatamente.
“Os cidadãos americanos devem partir, devem partir agora”, aconselhou Biden numa entrevista à “NBC News”, sublinhando que se está perante “um dos maiores exércitos do mundo”.
Esta sexta-feira, o secretário de defesa britânico, Ben Wallace ,junta-se à secretária dos Negócios Estrangeiros, Liz Truss, em Moscovo, depois de ter mantido conversações pouco otimistas com o seu homólogo russo; nas palavras de Sergei Lavrov, a reunião foi como uma conversa entre “mudo e surdo”.
“Reuters” – China promete apoio a Hong Kong à medida que infeções atingem novos recordes
A China assegurou que vai apoiar Hong Kong no âmbito da estratégia de combate à pandemia denominada “dinâmica zero casos”, numa altura em que o território regista progressivamente novos recordes diários de infeções.
Hong Kong deverá registar hoje pelo menos 1.325 novos casos de covid-19, segundo a “TVB”, um novo recorde após as infeções duplicarem para 1.161 casos na quarta-feira.
O governo central mostrou-se “altamente preocupado” com a segurança e saúde dos residentes, bem como com a economia e os meios de subsistência das pessoas, de acordo com o porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau (HKMAO), que está sob a alçada do Conselho de Estado da China.
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