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Novak Djokovic avisa que pode faltar ao Roland Garros e a Wimbledon caso a vacina seja obrigatória

Djokovic admite a vontade de competir por muitos mais anos mas aponta que a liberdade de escolher o que quer para si é mais importante do que qualquer título que ganhe no ténis profissional
Novak Djokovic (29,2 milhões de euros)
15 Fevereiro 2022, 12h00

O tenista Novak Djokovic pode vir a falhar o Roland Garros e a Wimbledon caso a vacinação contra a Covid-19 se torne obrigatória nos Grande Slams, revela a “Reuters”. O número um do ténis relembrou que não é contra as vacinas mas também não se encontra vacinado contra o novo coronavirus, o que o levou a ser afastado do Open Austrália.

Por não estar vacinado, e apesar de indicar que se encontra imune por ter sido infetado, Djokovic foi proibido de jogar no Open Austrália, falhando a hipótese de se tornar o tenista masculino mais bem sucedido de sempre e faltando à chamada para obter o 21º título em Grand Slams.

Djokovic admite a vontade de competir por muitos mais anos mas aponta que a liberdade de escolher o que quer para si, nomeadamente a liberdade de escolher o que coloca no seu corpo, é mais importante do que qualquer título que ganhe no ténis profissional. “Nunca fui contra a vacinação. Mas sempre apoiei a liberdade de escolher o que colocamos no corpo”, referindo-se à vacinação.

O sérvio, que ganhou Wimbledon e o Roland Garros no ano passado, vai voltar à competição na próxima semana no Dubai, sendo esta a sua primeira prestação pública após o Open Austrália.

Atualmente, Djokovic está empatado com o suíço Roger Federer, que se encontra a recuperar após várias cirurgias ao joelho, com um total de 20 títulos em Grand Slams. Rafael Nadal ultrapassou os dois magnatas do ténis ao conquistar o 21º título após a desistência forçada do sérvio.


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