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OSCE denuncia bombardeamentos em curso no leste da Ucrânia; Porta-voz dos Jogos de Inverno 2022 diz que denúncias de violações dos direitos humanos de Xinjiang são “mentira”; Rússia volta a multar Google por não eliminar conteúdo proibido no país
17 Fevereiro 2022, 09h18

“Reuters” – OSCE denuncia bombardeamentos em curso no leste da Ucrânia

Funcionários da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) reportaram vários incidentes ao longo da linha de demarcação entre rebeldes apoiados pela Rússia e forças governamentais no leste da Ucrânia.

Em causa estão múltiplos bombardeamentos registados esta quinta-feira, apurou a “Reuters” junto de uma fonte diplomática.

Os separatistas já haviam denunciado que as forças de Kiev tinham bombardeado o seu território com morteiros, aumentando as tensões em pleno impasse entre a Rússia e o Ocidente, enquanto o governo ucraniano acusou os rebeldes de recorrerem a artilharia.

 

“The Guardian” – Porta-voz dos Jogos de Inverno 2022 diz que denúncias de violações dos direitos humanos de Xinjiang são “mentira”

Yan Jiarong, porta-voz dos Jogos de Inverno 2022, classificou as alegadas violações dos direitos humanos entre a população muçulmana Uigur como “mentira”, insistindo que Taiwan integra a China.

“Penso que estas questões se baseiam em mentiras”, disse Yan, afirmando que “algumas autoridades já contestaram tais informações falsas com muitas provas sólidas”.

É muito bem-vinda a referência a todas essas provas e factos”, continuou.

 

“Reuters” – Rússia volta a multar Google por não eliminar conteúdo proibido no país

Um tribunal de Moscovo anunciou esta quinta-feira que voltou a multar a Google, desta vez em 3,5 milhões de rublos (cerca de 40.550 euros), por não ter eliminado o conteúdo que a Rússia considera ilegal.

Esta é a mais recente multa aplicada à Google pelo Kremlin ao gigante tecnológico norte-americano.

Em dezembro, a Rússia condenou a Google a uma multa recorde de 7,2 mil milhões de rublos (87 milhões de euros), por não remover conteúdo “proibido”, um sinal do crescente controlo das autoridades russas sobre o funcionamento da Internet.


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