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Dicas para usufruir de um Carnaval em segurança

Desde os perigos das bombinhas de Carnaval aos químicos nas pinturas faciais, saiba como divertir-se este Carnaval sempre em segurança
25 Fevereiro 2022, 07h45

Anualmente, por esta altura, registam-se acidentes com as bombinhas de Carnaval, na sua maioria com crianças. As lesões mais frequentes, como fraturas ou queimaduras, atingem as mãos e os dedos. Muitas vezes, os estalinhos são guardados nos bolsos ou transportados nas mãos, o que aliado ao calor do corpo origina o rebentamento.

Pais e professores devem estar atentos às atividades dos miúdos. Também os proprietários de lojas devem ser sensibilizados para não venderem aquele tipo de produto a crianças.

As bombas de Carnaval ou estalinhos pertencem ao conjunto de explosivos tecnicamente designados como bombas de arremesso. A lei determina que a venda só pode ser feita a pessoas com autorização das entidades competentes, apresentando no ato o documento comprovativo.

Outros acessórios, como máscaras e adereços postiços, nem sempre obedecem aos requisitos de segurança. Nos nossos testes a fatos é comum encontrar perucas e máscaras inflamáveis. Podem tornar-se perigosas quando perto de fogueiras, lareiras, velas ou cigarros.

O último “grito da moda carnavalesca” são as pinturas faciais que podem conter químicos capazes de causar reações alérgicas e irritações em peles sensíveis. A melhor forma de evitar problemas é verificar a lista de ingredientes. Esta é obrigatória, em língua portuguesa, e não aconselhamos a compra de produtos que não cumprem estas regras.

Prefira pinturas à base de água, porque são menos aptas a reações adversas e aplicam-se facilmente, com um pincel apropriado ou uma esponja molhada. Estas pinturas devem ser usadas por crianças com mais de 3 anos e apenas em ocasiões festivas. Em caso de reação, como vermelhidão ou borbulhas, remova de imediato a maquilhagem, lave muito bem com água e não torne a aplicar.

Divirta-se no famoso Carnaval da Madeira sempre em segurança.

  

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