O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, reforçou numa conferência de imprensa esta sexta-feira que a invasão era necessária para “desmilitarizar” o governo da Ucrânia, que o Kremlin rotulou de “célula nazi”. Lavrov acrescentou que o país foi “libertado desse fardo”. “Os ucranianos terão a oportunidade de escolher livremente o seu futuro”, frisou, segundo a “CBS News”.
A repórter na Ucrânia destacou que os ucranianos estavam a correr para apoiar as forças militares do seu país, na esperança de evitar qualquer futuro nos termos da Rússia. Lavrov acrescentou, de acordo com a “Deutsche Welle”, que Moscovo quer negociar com Kiev, mas só depois que os militares ucranianos entregarem as armas.
Questionado sobre o desejo da Rússia derrubar um país democrático, Lavrov sugeriu que a Ucrânia não pode ser considerada democrática, alegando. Alegando que o regime “oprime e usa métodos genocidas contra o seu próprio povo”, nomeadamente a porção que fala russo. Contudo, não há provas de que o governo democraticamente eleito da Ucrânia o tenha feito.
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