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Estalagem da Ponta do Sol apresenta uma “cultura diversificada” na Madeira

A Estalagem da Ponta do Sol não é apenas uma unidade hoteleira. Desde 2007 que este espaço tem vindo a investir na cultura, apresentando uma alternativa à cultura tradicional e apostando em festivais alternativos.
6 Março 2022, 10h30

A Estalagem da Ponta do Sol não é apenas uma unidade hoteleira. Desde 2007 que este espaço tem vindo a investir na cultura, apresentando uma alternativa à cultura tradicional e apostando em festivais alternativos. “Desde o início percebemos a necessidade de oferecer algo mais que o serviço hoteleiro, não só para o hotel, mas também para a região e a localidade onde estamos” partilha Nuno Barcelos, coordenador dos eventos da Estalagem.

Não só revelou-se crucial o investimento na cultura, mas também apresentar uma dinâmica cultural diferenciada, “que não fosse mais do mesmo”, explica o responsável. A oferta cultural da Estalagem é alternativa porque, segundo Nuno Barcelos, “todos os festivais que criamos e outros projetos, sempre apresentaram conteúdos que outros festivais não estavam a apresentar na Madeira, nomeadamente na área da música contemporânea, experimental ou world music de fusão”.

Com os ‘Concertos L’, interrompidos durante a pandemia, mas de regresso este verão, a Estalagem foi um palco de promoção de artistas, nacionais e internacionais, tendo já mais de 120 concertos na sua história de mais de dez anos. Até alguns músicos portugueses, Nuno Barcelos destaca, tiveram a sua estreia na Madeira nos Concertos L: António Zambujo, Dead Combo e Mão Morta são os principais exemplos. Os Concertos L irão ocorrer no primeiro sábado de julho ate ultimo sábado de setembro de 2022. Serão doze concertos, algumas estreias na Madeira, com música portuguesa, brasileira e proveniente dos PALOP, bem como outras nacionalidades.

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