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Belém e São Bento reagem à morte de Paula Rego: “Imagens poderosas ficarão sempre connosco e com as gerações por vir”

Tanto o Governo como o Presidente da República destacaram que o trabalho da artista teve grande reconhecimento internacional.
8 Junho 2022, 15h11

A artista Paula Rego morreu esta quarta-feira, 8 de junho, e o Governo, bem como o Presidente da República já lamentaram a morte em comunicado.

Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou que “Paula Rego foi, a par de Vieira da Silva, a nossa artista mais reconhecida internacionalmente”.

“Acompanhei-a pela Europa, mesmo que a própria já não pudesse viajar, e testemunhei o poder encantatório e perturbador da sua obra. Noutras exposições já agendadas, essa homenagem continuará, e a maior homenagem seria podermos garantir, através de intervenções de organismos públicos e privados, que uma parte relevante do legado de Paula Rego ficará em Portugal”, destacou Marcelo.

O Chefe de Estado aproveitou ainda para apresentar à família os seus “sentimentos de pesar e de gratidão”.

Por sua vez, o primeiro-ministro destacou, também numa nota de pesar, que Paula Rego “era uma artista de qualidade excecional, cuja obra alcançou um grande reconhecimento internacional”.

“As suas pinturas, desenhos e gravuras encerram imagens poderosas que ficarão sempre connosco e com as gerações por vir”, disse o primeiro-ministro, que também enviou condolências à família.

“Autora de um universo figurativo singular, as suas obras não se parecem com mais nada do que com Paula Rego”, aponta ainda o Governo que decretou um dia de luto nacional pela morte da pintora.


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