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Madeira: número de clientes com serviços de alta velocidade sobe 7%

Já os acesso à Internet em banda larga em local fixo teve uma penetração de 37,5% da população da região.
20 Julho 2022, 07h06

O número de clientes residenciais de redes e serviços de alta velocidade em local fixo subiu 7,9%, no quarto trimestre de 2020, para os 76,8 mil, de acordo com a Direção Regional de Estatística (DREM).

A taxa de penetração dos clientes residenciais face aos agregados domésticos privados da região ficou em 83,7%, mais 7,8% quando comparado com o período homólogo.

“Esta tendência de crescimento também se tem verificado nos alojamentos cablados de alta velocidade na região, quer nas redes de fibra ótica FTTH (Fiber to the Home), a principal tecnologia de acesso em local fixo, assim como nas redes de TV cabo HFC (Hybrid Fiber-Coaxial)”, refere a DREM.

O número de alojamentos da região cablados com fibra ótica (FTTH/B) ficou em 153,6 mil, uma subida de 18,3%. “Se se considerar os alojamentos preparados para receber estes serviços, mas suportados em redes de TV por cabo, a região, no quarto trimestre de 2020, tinha cerca de 75,1 mil alojamentos, mais 1,8 mil (+2,5%) face ao mesmo trimestre de 2019”, acrescenta a DREM.

Já os acessos à Internet em banda larga em local fixo, em 2020, teve uma penetração de 37,5% da população da região. “O Porto Santo (46,7%), o Funchal (43,7%) e a Calheta (38,7%) eram os municípios com as taxas de penetração mais elevadas, em contraponto com Câmara de Lobos (28,0%), Santana (29,4%) e Ribeira Brava (32,0%), que tinham as taxas mais baixas. Em termos absolutos, em 2020, o número de acessos à internet em banda larga (em local fixo) no segmento residencial era de 84,0 mil e no não residencial de 14,9 mil, o que perfazia um total de 98,9 mil (+3,8% que em 2019)”, diz a DREM.

O número de assinantes de serviços de televisão através de subscrição, em 2020, ficou em 105 mil, mais 2,1% face a 2019.

“O número de acessos telefónicos na região por 100 habitantes cresceu sucessivamente entre 2011 e 2018, ano no qual atingiu um máximo de 47,84 acessos. Em 2019, houve uma redução para 46,84 acessos, tendo, em 2020, voltado a subir, para 47,75. Nesse ano, o número de acessos telefónicos principais residenciais atingiu os 90,1 mil, enquanto o número de acessos não residenciais subiu para os 31,3 mil acessos. No total, o número de acessos rondava os 121,3 mil”, diz a DREM.

“Com a generalização do telemóvel, o número de postos telefónicos públicos tem vindo a diminuir nos últimos anos, passando de 349 em 2013 para 225 em 2020. Ao nível municipal, quando comparado com 2019, verifica-se a manutenção ou descida do número de postos telefónicos públicos, exceto em Santa Cruz e Câmara de Lobos (ambos com +1 posto)”, acrescenta a DREM.

O número de estações de correios na região manteve-se estável entre 2000 e 2012, altura em que existiam 28 estações de correios na região. “A partir de 2013 iniciou-se uma trajetória descendente que conduziu o número de estações de correios para 19 em 2020, ou seja, entre 2012 e 2020, o número de estações caiu 32,1%”, de acordo com a DREM.

“Quanto aos postos de correios, entre 2000 e 2015, as oscilações foram mínimas, com o seu número a se manter relativamente estável. Em 2015, o número de postos de correio era de 24. A partir de 2016, houve um crescimento sucessivo até 2019 (36 postos), com 2020 a manter os mesmos postos do ano antecedente. Se se considerar o número total de estabelecimentos postais, em 2020, registou-se um aumento de 3 estabelecimentos face a 2012 (52 estabelecimentos postais), tendo o número de postos de correios criados superado as estações de correios encerradas na RAM”, diz a DREM.


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