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Emissões de carbono e consumo de luz na Abreu Advogados caiu mais de 20% desde 2009

Além da redução da pegada ambiental, o escritório doou cerca de 12 mil euros a projetos de cariz social e dedicou mais de 5 mil horas de serviço jurídico pro bono a 33 instituições, tendo neste processo envolvido mais de 140 advogados.
20 Julho 2022, 19h17

A Abreu Advogados viu as suas emissões de carbono diminuírem 25% e o consumo de água e eletricidade cair 55% e 23%, respetivamente, em doze anos. Esta é uma das principais conclusões do sétimo relatório de sustentabilidade, que contempla indicadores e iniciativas ambientais, sociais e financeiras desenvolvidas em 2020 e 2021 e que a sociedade apresentou publicamente esta quarta-feira.

Além da redução da pegada ambiental, o escritório doou cerca de 12 mil euros a projetos de cariz social e dedicou mais de 5 mil horas de serviço jurídico pro bono a 33 instituições, tendo neste processo envolvido mais de 140 advogados em cada um dos anos (2020 e 2021).

“Desde a constituição da Abreu Advogados que assumimos o desafio de sermos pioneiros da sustentabilidade no sector jurídico em Portugal. Passados quase trinta anos, continuamos empenhamos nesse caminho, a advogar a transparência e defender as melhores práticas no setor jurídico”, afirma Pedro Pais de Almeida, sócio coordenador da Comissão de Sustentabilidade.

Pedro Pais de Almeida garante que a sociedade está certa de que aquilo que, internamente, “sempre foi uma questão de convicção, torna-se agora uma questão de sobrevivência de qualquer projeto empresarial no século XXI”.

Por esse motivo, a sociedade lançou, por exemplo, a Abreu Sustainability School, para sensibilizar os estudantes finalistas de Direito para os temas da sustentabilidade, que terá em setembro a terceira edição; apresentou o serviço de ESG (2020); criou um Happiness Hub, uma área interna pioneira especializada no bem-estar pessoal e profissional dos colaboradores (2021) e adotou uma estratégia de promoção de meios de transporte alternativos, como trotinetas.

“A sustentabilidade, nas suas várias vertentes, assume um papel cada vez mais central na estratégia das empresas e na nossa vida quotidiana, implicando uma alteração de comportamentos das pessoas e das instituições. A Abreu não só não se exime a esse esforço como tem procurado liderá-lo através do exemplo”, destaca a managing partner, Inês Sequeira Mendes.

Com 343 colaboradores, 217 dos quais advogados, a Abreu – que divulgou o primeiro relatório de sustentabilidade em 2009 – tem uma antiguidade média de seis anos das pessoas na firma. A maioria (59%) são mulheres. No que também concerne ao talento, o número de horas anuais de formação por profissional situa-se agora nas 24, o que significa uma subida expressiva de 95% quanto comparado com 2020, que compreendeu confinamentos derivados da pandemia.

A Abreu fechou o ano passado com uma faturação recorde de 37,8 milhões de euros, que representa um crescimento a dois dígitos, de 14%, face a 2020 (33,6 milhões de euros).


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