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“Obrigado ao Luís, do Porto”. Boris Johnson agradece empenho de enfermeiro português

“Quero dar um cumprimento especial a dois enfermeiros que se mantiveram junto a mim durante 48 horas, quando tudo poderia ter acontecido. Assim, agradeço à Jenny, da Nova Zelândia, e ao Luís, de Portugal, mais concretamente de uma localidade perto do Porto”, revelou emocionado no vídeo colocado no Twitter este domingo.
12 Abril 2020, 15h18

No dia em que Boris Johnson deixou o hospital e recebeu alta, após ter estado internado durante uma semana, o primeiro-ministro britânico agradeceu aos profissionais do serviço nacional de saúde britânico (sob a sigla NHS) num vídeo publicado no Twitter.

Entre os profissionais que o ajudaram na semana em que esteve internado, Boris Johnson quis deixar dois agradecimentos especiais aos dois enfermeiros que se mantiveram com o primeiro-ministro durante 48 horas.

“Quero dar um cumprimento especial a dois enfermeiros que se mantiveram junto a mim durante 48 horas, quando tudo poderia ter acontecido. Assim, agradeço à Jenny, da Nova Zelândia, e ao Luís, de Portugal, mais concretamente de uma localidade perto do Porto”, revelou emocionado no vídeo colocado no Twitter após sair do hospital.

“A razão pela qual nunca faltou oxigénio ao meu cargo, tem a ver com o facto destes dois enfermeiros terem estado comigo a cada segundo e a fazer as intervenções necessárias”, revelou com alguma emoção.

Boris Johnson, de 55 anos, foi o primeiro líder mundial a ser diagnosticado com a doença, a 26 de março, inicialmente com sintomas ligeiros de tosse e febre, o que o levou a continuar a trabalhar durante o período de isolamento.

Foi hospitalizado a 05 de abril devido à persistência dos sintomas e recebeu oxigénio, mas, segundo os seus assessores, não necessitou de apoio respiratório por ventilador.

A ministra do Interior, Priti Patel, disse no sábado que “é vital que o primeiro-ministro fique bom” e que “ele precisa de tempo e espaço para descansar, restabelecer-se e recuperar”.

Quando foi internado nos cuidados intensivos, o primeiro-ministro designou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Dominic Raab, enquanto ministro de Estado, para o substituir na chefia do governo enquanto estivesse ausente.


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