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Funchal aprova revisão do Plano Municipal de Emergência

A reunião de Câmara aprovou ainda a versão preliminar do Plano de Emergência Externo da Unidade Autónoma de Gás Natural dos Socorridos.
4 Setembro 2020, 09h41

O Funchal aprovou, em reunião de Câmara, a segunda revisão do Plano Municipal de Emergência, e também a versão preliminar do Plano de Emergência Externo da Unidade Autónoma de Gás Natural dos Socorridos. Estes planos, que introduzem orientações para resposta em situações de pandemia, são agora enviados para publicação em Diário da República, para depois se iniciar o período de consulta pública.

“São dois documentos muito importantes para a realidade do concelho, em nome da segurança de pessoas e bens. A Proteção Civil Municipal, que teve a equipa reforçada no ano passado com novos recursos humanos, desenvolveu aqui um excelente trabalho para o presente e futuro do Funchal, que esperamos possa também vir a ser complementado pelos cidadãos e empresas, enquanto decorrer a Consulta Pública”, disse Miguel Gouveia, presidente da Câmara Municipal do Funchal.

O Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil do Funchal visa enfrentar situações de emergência, e tem como propósito “organizar, orientar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias à resposta, adotando medidas que atenuem os efeitos dos danos humanos e materiais das ocorrências”.

O autarca sublinhou que a revisão deste plano de emergência “vai otimizar a colaboração das várias entidades intervenientes na resposta a estas situações, garantindo a mobilização mais rápida dos meios e recursos afetos ao plano e uma maior eficácia e eficiência na execução das ordens e procedimentos previamente definidos”.

Quanto ao Plano de Emergência Externo da Unidade Autónoma de Gás Natural dos Socorridos, explicou o autarca, será um complemento ao Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil do Funchal. Miguel Gouveia reforçou que este plano permite que o município esteja capacitado “para responder, no futuro, a qualquer tipo de eventualidades na infraestrutura em causa, garantindo, acima de tudo, a proteção da população”.


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