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Intervenção para impedir referendo na Catalunha custou 87 milhões de euros

O ministro do Interior defendeu, esta quinta-feira, nas Cortes, a atuação das forças de segurança no dia 1 de outubro de 2017 e revelou o custo da operação.
18 Janeiro 2018, 12h53

O ministro do Interior de Espanha, Juan Ignacio Zoido defendeu, esta quinta-feira, nas Cortes, a atuação das forças de segurança na Catalunha para impedir a realização do referendo independentista, ilegal aos olhos da lei espanhola.

No dia 1 de outubro, garantiu, “a atuação foi legítima, profissional e proporcional” face à “absoluta passividade e pouca colaboração” dos Mossos d’Esquadra, a polícia da Catalunha, e à violação da lei por parte do governo catalão.

“Legítima”, mas com um custo: 87 milhões de euros é quanto somam as despesas de deslocação, alojamento e alimentação das forças policiais enviadas por Madrid, segundo Juan Ignacio Zoido.

“Nós, todos os espanhóis pagámos pela irresponsabilidade do governo pró-independência”, sublinhou o ministro citado pelo jornal El País.

A operação envolveu em média 4.500 agentes, um número que subiu para 6.000 nos dias 30 de setembro e 1 e 2 de outubro.

As forças policiais encerraram 113 centros de votação e cerca de uma centena não abriu dada a presença das forças policiais.

 


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