O recife artificial criado na ilha do Porto Santo com o afundamento, em 2016, da Corveta General Pereira D’Eça, cedida pela Marinha Portuguesa, tem apresentado um impacto positivo na economia local, conclui Susana Prada, secretária regional do Ambiente, que apresentou esta segunda-feira os resultados do programa de monitorização ao local e às comunidades marinhas circundantes.
“Verifica-se que a época alta do mergulho passou a estender-se até novembro e que cerca de metade dos mergulhos turísticos efetuados no Porto Santo são na Corveta Pereira D’Eça”, afirma a governante que promete estender a monitorização à Corveta Afonso Cerqueira que será afundada este verão no Parque Natural Marinho do Cabo Girão.
No entender de Susana Prada, este estudo vem demonstrar que a aposta do Governo Regional na criação de recifes artificiais através do afundamento de navios tem sido acertada. “O recife artificial [do Porto Santo] está a conseguir recriar, e em alguns casos superar, a diversidade existente nas comunidades naturais vizinhas”, acrescenta a responsável pelo Ambiente na Madeira.
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