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BCE mantém requisitos prudenciais ao Santander Totta em 2023

O banco liderado por Pedro Castro e Almeida tem de cumprir em 2023 os mesmos rácios de capital que em 2022. Mesmo na componente que é em função do risco do seu balanço (Pilar 2).
13 Janeiro 2023, 19h21

O Banco Santander Totta informou o mercado da decisão do Banco Central Europeu (BCE) sobre os requisitos mínimos prudenciais de capital, a serem observados em 2023 em base consolidada ao nível da Santander Totta SGPS. A decisão do BCE resulta do processo de análise e avaliação pelo supervisor (SREP).

O banco liderado por Pedro Castro e Almeida tem de cumprir em 2023 os mesmos rácios de capital que em 2022.

O rácio de capital CET 1 mínimo para 2023 é de 8,344%, o que inclui 0,844% de requisito mínimo de pilar 2 do rácio CET 1 (que é atribuído pelo BCE em função do risco da carteira de crédito). O pilar 2 no rácio de Tier 1 é de 1,125%.

Por seu lado, o Banco de Portugal comunicou a reserva adicional que é exigida à Santander Totta SGPS, na qualidade de “outra instituição de importância sistémica” (O-SII).

Pelo que, ao nível do rácio total (cujo o mínimo exigido é de 12,5%), estão incluídos os buffers que integram a reserva de conservação de capital (2,5%) e a reserva O-SII (0,5%).

O requisito de Pilar 2, em 2023, definido no âmbito do SREP, é de 1,5%, o que exatamente igual ao de 2022.

Sem surpresas, o Santander Totta SGPS destaca que “cumpria plenamente”, considerando os rácios de capital registados em 31 de dezembro de 2021, os requisitos definidos, em termos de CET1 (Common Equity Tier 1), de Tier 1 e rácio total.

O rácio CET 1 em setembro era de 17,31% e o rácio total era de 20,3%.


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