O presidente da Iniciativa Liberal (IL), Rui Rocha, considerou que os abusos no seio da Igreja Católica revelados, esta segunda-feira, “constituem um gravíssimo atentado à liberdade”.
“Os abusos hoje revelados constituem um gravíssimo atentado à liberdade e à integridade física e psicológica. O esforço sério de documentação de milhares de situações não apaga décadas de encobrimento que constituíram uma segunda provação para as vítimas”, escreveu, na rede social Twitter, o líder liberal.
Rui Rocha referiu que os danos das vítimas “são irreparáveis, mas é fundamental garantir a compensação possível e assegurar que estas situações são prevenidas, identificadas e condenadas sempre que não for possível impedi-las, aconteçam onde acontecerem, seja em que instituição for”.
O presidente da IL disse ainda que “não há espaço para o abuso e para a violência numa sociedade justa e democrática”. “É sempre intolerável, mas é particularmente infame quando se exerce a partir de uma posição de poder sobre vítimas indefesas”, destacou.
Os abusos hoje revelados constituem um gravíssimo atentado à liberdade e à integridade física e psicológica. O esforço sério de documentação de milhares de situações não apaga décadas de encobrimento que constituíram uma segunda provação para as vítimas.
— Rui Rocha (@ruirochaliberal) February 13, 2023
Esta segunda-feira, a comissão de acompanhamento aos abusos sexuais na Igreja revelou que validou 512 queixas de abuso sexual, num universo de 4.815 vítimas registadas entre 1950 e 2022. Apenas 25 casos seguiram para o Ministério Público, sendo que a maioria dos casos prescreveu.
Além da IL, também o PAN já reagiu, também nas redes sociais: “As conclusões do relatório da Comissão Independente foram hoje conhecidas, tendo identificado perto de 5 mil vítimas de abuso abusos de sexual na Igreja em Portugal e identificam a necessidade de se aumentar os prazos de prescrição destes crimes”, escreveu no Twitter a líder do PAN, Inês de Sousa Real.
As conclusões do relatório da Comissão Independente foram hoje conhecidas, tendo identificado perto de 5 mil vítimas de abuso abusos de sexual na Igreja em Portugal e identificam a necessidade de se aumentar os prazos de prescrição destes crimes.https://t.co/nTkm2GTs3M
— Inês de Sousa Real (@lnes_Sousa_Real) February 13, 2023
Tagus Park – Edifício Tecnologia 4.1
Avenida Professor Doutor Cavaco Silva, nº 71 a 74
2740-122 – Porto Salvo, Portugal
online@medianove.com