O negócio, noticiado em primeira mão pelo Jornal Económico, foi formalizado a 30 de julho, quando oficialmente a Allianz Portugal comunicou que celebrou um acordo para a compra da seguradora portuguesa Caravela, detida pela Toscafund e outros investidores.
“O rácio estimado de cobertura do Requisito de Capital de Solvência (SCR) do conjunto das empresas sob supervisão prudencial da ASF foi, no final do segundo trimestre de 2026, de 198%, o que representa um decréscimo de 14 pontos percentuais face ao final de 2025”, diz ASF.
“As contribuições para os fundos de pensões registaram um aumento de 17,4% e o montante dos benefícios pagos teve um crescimento de 7,4% face ao período homólogo”, lê-se no documento.
A empresa refere que o desempenho dos primeiros seis meses do ano “foi acompanhado por um forte aumento da produção comercial, tendo sido emitidas mais de 32 mil novas apólices, correspondentes a cerca de 13,5 milhões de euros em novos prémios”.
Os eventos climáticos extremos e as catástrofes naturais são atualmente o principal risco para a indústria da construção, seguidos pelas vulnerabilidades do mercado financeiro e pela escassez de mão de obra qualificada, segundo um relatório da Zurich.
De acordo com o relatório semestral da multinacional suíça, a conta para as seguradoras ascendeu a 42 mil milhões de dólares (cerca de 36.347 milhões de euros), o que representa uma descida de 16% e o valor semestral mais baixo desde 2020.