“O consumo, tanto do gasóleo, como da gasolina, como do ‘jet [fuel]’, comparado com os meses homólogos do ano passado, tem subido e tem subido valores elevados de 4 a 6%”, disse Maria da Graça Carvalho, salientando que o indicador não é mau, mas a surpreende.
Entre os valores naturais abrangidos estão habitats estuarinos, bancos de areia, lodaçais e areais, lagunas costeiras, zonas húmidas, cursos de água e galerias ripícolas, sistemas dunares, montados e florestas de sobreiro.
Maria da Graça Carvalho, que além da pasta do Ambiente tem a seu cargo também a da Energia, fez o anúncio em Faro, onde participou nas cerimónias do 50.º aniversário da Associação da Ilha do Farol de Santa Maria, e adiantou que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) vai avançar com um concurso para estudar a solução técnica e a localização da futura unidade em 15 de outubro.
A associação salienta que a Ministra do Ambiente e Energia assumiu publicamente em abril a meta de elevar o apoio aos 100 milhões de euros ainda este ano, estando a medida já autorizada pela Comissão Europeia desde setembro de 2025. Contudo, como o reforço ainda não foi formalizado, o aviso em curso mantém a dotação nos 30 milhões de euros.
A CIM justificou o parecer com a dimensão das zonas de aceleração de energias renováveis (ZAER) identificadas para os municípios da região, “manifestamente excessiva e desproporcionada, atingindo, em estimativa, entre cerca de 12% e cerca de 30% do território de vários concelhos, sem avaliação de efeitos cumulativos à escala municipal”.
Há mais de 30 anos que Portugal armazenou 200 toneladas de concentrado de urânio após fecho de mina. Executivo de António Costa quis vender, mas nunca aconteceu. Apesar de não apostar no nuclear, Governo quer reserva para “salvaguardar opções futuras”.