Aos 78 anos, a pintora Graça Morais não mente a si própria. Pinta as dores do mundo, as caminhadas do medo que habitam o ser humano. “Nem todos os artistas pintam cenas trágicas, mas o seu papel é dizer a verdade.” Até 13 de setembro, no Palácio Anjos, em Algés, vale a pena enfrentar a sua perplexidade perante um mundo que se estilhaça.
A Fondation Louis Vuitton está transformada no “cabinet” de David Hockney. Um singular feito de imensos plurais coloridos que espelham 70 anos do trabalho criativo do pintor inglês, nome ligado à fundação da Arte Pop britânica. Mais uma boa desculpa para ir até Paris.
Numa edição que celebra os reencontros não poderia faltar um ‘duo’ que muito contribuiu para construir e consolidar o prestígio do palco Seteais: o London City Ballet e a Companhia Nacional de Bailado.
Há pessoas que, ao narrarem a sua vida, nos dão a conhecer, de forma profunda, o lugar e a época em que viveram, pintando, assim, um quadro mais abrangente. É o caso deste livro único de Shen Fu, funcionário público chinês que viveu durante a Dinastia Qing.
O mesmo restaurante, dois momentos distintos. Uma relação amorosa que ganha forma e explode paixão. Os mesmos protagonistas já baços, saturados de rotinas e mal-entendidos. À mesa destila-se o que os uniu e se desfez. Canta-se “Dueto Duelo”, de Ricardo Vaz Trindade.
Margarida Balseiro Lopes, ministra da Cultura, Juventude e Desporto, fez o anúncio, esta manhã, numa emissão especial da RFM dedicada à acessibilidade de pessoas cegas e com baixa visão.
Dois pianistas consagrados, Angela Hewitt e Bertrand Chamayou, estreiam-se no Festival, cuja abertura está a cargo da pianista portuguesa Teresa da Palma Pereira. Tiffany Poon, pianista de Hong Kong, e o virtuoso Yoav Levanon completam o cartaz de 2025.