Imigrantes que pedem regularização ao abrigo do processo extraordinário lançado em abril pelo Governo de Pedro Sánchez são maioritariamente oriundos de países da América Latina, incluindo o Brasil.
A proposta relativa aos procedimentos de triagem nas fronteiras foi aprovada com os votos contra do PS, Livre, PCP e Bloco de Esquerda, abstenção do Chega, do PAN e do JPP e a favor do PSD, Iniciativa Liberal e CDS.
Em declarações à Lusa por ocasião da entrada plena em vigor do pacto na sexta-feira, Leitão Amaro salientou que a uniformização das regras de entrada vai permitir uma melhor gestão das fronteiras, da integração e retorno de irregulares, ao mesmo tempo que favorece a criação de “canais regulares” de imigrantes.
País vai a referendo para decidir se limita população a 10 milhões de habitantes. Proposta apresentada pelo partido de direita nacionalista SVP divide o país e gera debate sobre imigração: “É perigosa e xenófoba”.
O balanço do primeiro dia de uma semana de paralisação foi feito à Lusa pela presidente do Sindicato dos Técnicos de Migração, que explicou que, até ao momento, “não está nada encerrado”, tal como projetado pela estrutura sindical.
Mais de mil imigrantes em situação irregular em Portugal, a maioria brasileiros, regressaram ao país de origem de forma voluntária desde a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP, em agosto de 2025.