Crescimento da economia da zona euro abranda no terceiro trimestre

Portugal viu o crescimento do PIB abrandar para os 2,1% em termos homólogos (2,4% no segundo trimestre) e 0,3% em cadeia (0,6%).

As economias da zona euro e da União Europeia (UE) viram o seu ritmo de crescimento abrandar, no terceiro trimestre, quer na comparação homóloga quer em cadeia, segundo uma estimativa esta quarta-feira divulgada pelo Eurostat.

Entre julho e setembro, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro aumentou 1,7% e o da UE 1,9%, face ao mesmo período de 2017, um abrandamento homólogo na comparação com o crescimento de 2,2% e 2,1%, respetivamente.

Segundo a estimativa do gabinete estatístico da UE, na variação em cadeia, o PIB avançou 0,2% na zona euro e 0,3% nos 28 Estados-membros, depois de ter subido 0,4% e 0,5%, respetivamente, entre abril de junho.

Portugal viu o crescimento do PIB abrandar para os 2,1% em termos homólogos (2,4% no segundo trimestre) e 0,3% em cadeia (0,6%).

Face ao terceiro trimestre de 2017 e entre os países para os quais há dados disponíveis, a Polónia (5,7%), Letónia (5,5%) e Hungria (5,0%) foram os que registaram maiores crescimentos económicos, tendo a Itália (0,8%), Alemanha (1,2%) França e Reino Unido (1,5% cada) apresentando os menores.

Na comparação com o segundo trimestre do ano, entre julho e setembro os PIB da Roménia (1,9%), Polónia (1,7%) e Hungria (1,2%) foram os que mais cresceram.

Em sentido oposto, a Lituânia (-0,4%) e Alemanha (-0,2%) viram as suas economias contraírem face ao trimestre anterior.

Ler mais
Recomendadas

Vieira da Silva: Atrasos nas pensões serão resolvidos “nos próximos meses”

O governante falava aos jornalistas à margem da cerimónia de lançamento da nova aplicação móvel da Segurança Social Direta, no Instituto de Informática, em Oeiras.

Simulador de pensões na função pública estará pronto no início de 2019

“Estamos a finalizar” o simulador de pensões da Caixa Geral de Aposentações, disse Vieira da Silva,

Angola produziu 1,521 milhões de barris de petróleo por dia em novembro

Angola enfrenta desde final de 2014 uma profunda crise económica, financeira e cambial decorrente da forte quebra nas receitas petrolíferas.
Comentários