O PCP repudiou a decisão, que classificou como “provocatória”, da Administração norte-americana de manter Cuba na “lista de países patrocinadores do terrorismo”.
Em comunicado, os comunistas apontam que esta decisão contraria “as promessas de Biden de reverter esta inaceitável medida que foi adotada pela Administração Trump dias antes do término do seu mandato”.
“Não é Cuba, mas os EUA que fomentam e promovem operações de desestabilização visando outros países, através da utilização de grupos que se caracterizam pela sua ação violenta e terrorista”, afirma o partido liderado por Paulo Raimundo.
O PCP considera que “desde os primeiros momentos da Revolução cubana com a invasão da Baía dos Porcos, é Cuba que é vítima de agressões e ingerências, incluindo de inúmeros actos de terrorismo, perpetrados e patrocinados pelos EUA”.
O partido também defende que o executivo de António Costa deve tomar uma posição relativamente a este assunto: “O Governo português deve expressar o seu repúdio por tal ilegítima e inadmissível decisão da Administração norte-americana, que constitui uma provocação e ato de agressão contra Cuba”.
Os comunistas reafirmam “a sua solidariedade com o povo cubano e a sua Revolução socialista” e pedem “o fim imediato do bloqueio dos EUA contra Cuba e a imediata retirada de Cuba da denominada lista de países patrocinadores do terrorismo dos EUA”.
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