Os dados mais recentes do INE mostram que a renda mediana voltou a subir no final de 2022 a nível nacional e nas principais cidades portuguesas, embora o número de novos contratos tenha recuado. Já este ano, a avaliação bancária recuou ligeiramente em cadeia em fevereiro.
No último trimestre de 2022, o valor mediano dos novos contratos de arrendamento em Portugal foi de 6,91 euros por m2, ou seja, mais 10,6% do que no trimestre anterior. Este valor resultou de 22.628 novos contratos, uma redução de 6,5% em relação ao trimestre anterior e de 3,3% homólogos.
Estes números apontam, portanto, para uma quebra da atividade no mercado de arrendamento, tanto em termos homólogos, como em cadeia, embora não transversal à totalidade do território. Regiões como a Madeira ou o Médio Tejo registaram aumentos de 24,5% e 24,2%, respetivamente, do número de novos contratos de arrendamento, seguidos do Alentejo Litoral, com 14%, e do Alto Tâmega, com 12,6%. Destas quatro regiões, apenas no Médio Tejo a renda mediana subiu no período em análise.
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