O primeiro-ministro defendeu esta terça-feira, no âmbito da cimeira da NATO, que o crescimento económico está a ser superior às expectativas, quando falava sobre o investimento da Defesa, em declarações proferidas na Lituânia.
Quando questionado sobre a meta de chegar aos 2% de PIB em investimento em Defesa, António Costa explicou que “estamos a convergir para esse objetivo”. “Como sabem é um objetivo que Portugal assumiu na cimeira de Gales em 2014, tive a oportunidade já de explicitar quer o calendário, quer as condições para poder convergir para esse objetivo”.
“A convergência tem vindo a ser feita para alcançar o objetivo, há uma realidade é que o crescimento da economia portuguesa em 2022 e agora em 2023 está a ser superior aquilo que eram as melhores expectativas, mesmo para um otimista como eu”, sublinhou António Costa.
Segundo o chefe de governo “isso significa que a previsão que tínhamos, que tem como referência o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) quando o produto cresce mais e mais rápido do que aquilo que esperamos, nem sempre podemos ajustar esse ritmo à Defesa”.
Ainda assim, Costa disse que “este ano vamos alcançar um dos dois objetivos importantes”. “O objetivo não é só chegar aos 2% de PIB em investimento em Defesa; havia uma outra meta muitíssimo importante, Portugal estava muito atrasado que é o facto de pelo menos 20% do investimento em Defesa ser um investimento em capacidades, em equipamento”, destacou.
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