O Conselho das Escolas (CE) considera “fundamental” a existência de um “reforço extraordinário de docentes” já para setembro. De acordo com o “Público”, a entidade está “preocupada” por as escolas não terem as condições mínimas para trabalhar no arranque do próximo ano letivo.
O CE admite que existe a possibilidade dos reforços de créditos horários desaparecerem, tendo sido algo que nos últimos anos permitiram um reforço dos professores ao serviço das escolas, conjugados com os efeitos do envelhecimento dos docentes como fatores que vão pesar no arranque das aulas. A entidade pede mais investimento em equipas multidisciplinares e apoio à educação inclusiva.
Os dirigentes admitem que, nos últimos anos, as aprendizagens dos alunos têm sido afetadas pelas “condições de funcionamento anómalas” e pelo “número crescente de docentes em falta para assegurar as atividades letivas”.
Na pandemia, o Governo aprovou a chegada de mais 3.300 docentes e de 1.169 técnicos especializados (psicólogos, terapeutas da fala, técnicos de informática). No entanto, para este ano não está previsto, para já, qualquer reforço.
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