Foi realizada uma operação pela unidade de carga especial sobredimensionada da Pinto Basto que transportou duas peças de cinco metros de largura para equipamento eólico desde a Turquia até ao Porto de Leixões. Esta passará a ser uma carga regular a ser efetuada todos os meses, garante a empresa.
Em comunicado, a Pinto Basto diz que “as peças transportadas na operação coordenada pela Pinto Basto são introduzidas como complementos no fabrico de equipamento eólico”.
Este tipo de transporte só pode ser realizado durante a noite, exigindo para isso escolta policial e um carro piloto. A complexidade do transporte verificou-se também devido à largura deste equipamento industrial. A operação coube a uma unidade de carga do Grupo Pinto Basto que se dedica a estudar, apresentar e operacionalizar soluções de transporte de carga especial sobredimensionada.
Entre as operações deste departamento destacam-se, por exemplo, o transporte regular de viaturas pesadas desde o Dubai para Angola, bem como iates com origem e destino em qualquer parte do mundo, ou equipamento industrial como depósitos, tanques, subestações, geradores, transformadores, entre outros.
“O objetivo deste departamento é viabilizar o transporte da forma mais competitiva e eficiente, contando, para isso, com profissionais experientes que conhecem todas as soluções existentes no mercado. Na prática, a partir de uma guia de remessa e de um desenho técnico, conhecendo para isso os locais de origem e destino, a Pinto Basto fica responsável pelo planeamento de todo o transporte desde o cliente até ao destino final recorrendo a soluções marítimas de carga fracionada ou a equipamentos disponibilizados pelos armadores de linha. Em paralelo, a empresa presta trabalho de consultoria durante o processo de estudo e decisão”, conclui o Grupo Pinto Basto.
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