O secretário regional das Finanças, Rogério Gouveia, aborda o regresso aos excedentes orçamentais da Região Autónoma da Madeira, em 2023, e os motivos que levaram o executivo a baixar os impostos diretos e a não mexer nas taxas do IVA.
O governante destaca a importância de se fazer alterações à Lei das Finanças Regionais e o tipo de mudanças que poderiam ser feitas na política de impostos.
A Região teve boas notícias com o regresso dos excedentes orçamentais, em 2023. É expetável que a Região se mantenha nessa trajetória?
Diria que estão reunidos muitos dos pressupostos para que se dê continuidade a este objetivo que foi conseguido que foi retomar os excedentes orçamentais considerando um cenário de políticas invariantes. Ou seja, não acontecendo nada de extraordinário, como uma pandemia, um conflito, uma crise internacional, diria que estão reunidos os pressupostos que para que este objetivo e desiderato seja repetido ao longo dos próximos anos.
Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor
Tagus Park – Edifício Tecnologia 4.1
Avenida Professor Doutor Cavaco Silva, nº 71 a 74
2740-122 – Porto Salvo, Portugal
online@medianove.com