“Eu creio que há pessoas no PSD, como fica claro com esta declaração, que não se importam que o partido seja cada vez mais pequeno, mais pequenino, pequenino mesmo. E isto não pode deixar de indignar quer os militantes, quer os dirigentes, quer os votantes do PSD”, a 9 de janeiro, no programa “Almoço Grátis” da TSF.
“Não concordo, não patrocino e não me condiciono por iniciativas que visem destituir o líder do PSD intempestivamente. O PSD precisa de bom senso e maturidade. O nosso adversário é o PS, António Costa e o imobilismo deste Governo amarrado à esquerda radical”, a 5 de outubro de 2018, em entrevista ao Expresso.
“Da mesma maneira que já disse que que não pedirei licença a ninguém [para ser candidato à liderança], também digo que não avançarei para nada empurrado por ninguém”, a 5 de outubro de 2018, em entrevista ao Expresso.
“O PS está agora, pela mão do seu secretário-geral e primeiro-ministro, a fazer esse caminho de recentramento e à boleia do PSD, o que não deixa de ser curioso! E perigoso, do ponto de vista político-partidário”, a 18 de abril, no no programa “Almoço Grátis” da TSF.
“Criar condições para ver o nosso líder, o nosso projecto, o nosso partido, ganhar as eleições. O meu desejo é ver o Dr. Rui Rio primeiro-ministro dentro de um ano e meio”, a 4 de abril de 2018, no Parlamento.
“Doravante, Rui Rio e a sua equipa podem concentrar-se no mais importante: a sua afirmação política da nossa mensagem e projeto”, a 18 de fevereiro de 2018.
“Desta vez decidi dizer ‘não’ [à liderança]. Se algum dia decidir dizer sim, não vou pedir licença a ninguém”, a 17 de fevereiro de 2018, no Congresso do PSD.
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