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“Se algum dia decidir dizer sim, não vou pedir licença a ninguém”. O que disse Montenegro antes de avançar

Luís Montenegro era um dos nomes fortes na sucessão a Passos Coelho à frente do PSD, mas não avançou contra Rui Rio. Menos de um ano depois, e a nove meses das eleições legislativas, prepare-se para uma batalha interna contra o atual líder ‘laranja’.
10 Janeiro 2019, 17h39

“Eu creio que há pessoas no PSD, como fica claro com esta declaração, que não se importam que o partido seja cada vez mais pequeno, mais pequenino, pequenino mesmo. E isto não pode deixar de indignar quer os militantes, quer os dirigentes, quer os votantes do PSD”, a 9 de janeiro, no programa “Almoço Grátis” da TSF.

“Não concordo, não patrocino e não me condiciono por iniciativas que visem destituir o líder do PSD intempestivamente. O PSD precisa de bom senso e maturidade. O nosso adversário é o PS, António Costa e o imobilismo deste Governo amarrado à esquerda radical”, a 5 de outubro de 2018, em entrevista ao Expresso.

“Da mesma maneira que já disse que que não pedirei licença a ninguém [para ser candidato à liderança], também digo que não avançarei para nada empurrado por ninguém”, a 5 de outubro de 2018, em entrevista ao Expresso.

“O PS está agora, pela mão do seu secretário-geral e primeiro-ministro, a fazer esse caminho de recentramento e à boleia do PSD, o que não deixa de ser curioso! E perigoso, do ponto de vista político-partidário”, a 18 de abril, no  no programa “Almoço Grátis” da TSF.

“Criar condições para ver o nosso líder, o nosso projecto, o nosso partido, ganhar as eleições. O meu desejo é ver o Dr. Rui Rio primeiro-ministro dentro de um ano e meio”, a 4 de abril de 2018, no Parlamento.

“Doravante, Rui Rio e a sua equipa podem concentrar-se no mais importante: a sua afirmação política da nossa mensagem e projeto”, a 18 de fevereiro de 2018.

“Desta vez decidi dizer ‘não’ [à liderança]. Se algum dia decidir dizer sim, não vou pedir licença a ninguém”, a 17 de fevereiro de 2018, no Congresso do PSD.

 

 


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