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“Jogo responsável é um dos principais pilares da nossa atividade”, destaca Betano Portugal

No Dia Internacional do Jogo Responsável, José Almeida, marketing manager da Betano Portugal, dá nota do esforço que a marca tem feito para ajudar os clientes a uma prática saudável desta atividade através da tecnologia, prevenção e ferramentas de auto-regulação.
17 Fevereiro 2026, 09h30

O jogo online rende, em média, 373 mil euros por dia ao Estado português, através do Imposto Especial de Jogo Online (IEJO) e o número de contas registadas cresce a cada trimestre. Em Portugal, estima-se que existam cerca de 1,23 milhões de jogadores ativos que movimentam regularmente o mercado.

Esta terça-feira, 17 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional do Jogo Responsável, José Almeida, marketing manager da Betano Portugal, destaca os esforços que a Betano tem feito para promover práticas saudáveis de jogo responsável.

Este responsável destaca ao JE o desenvolvimento que a marca tem feito na utilização de tecnologia e ferramentas que ajudam à prática saudável do jogo online, dando nota da prevenção mas também das ferramentas de auto-regulação.

 

Que responsabilidades devem assumir os operadores de mercado para a promoção do jogo responsável?
Na Betano, o jogo responsável é um dos principais pilares da nossa atividade. É parte integrante de todos os projetos, estejamos nós a falar do desenvolvimento de uma funcionalidade de produto, de uma campanha publicitária ou de qualquer outra iniciativa. Nessa medida, ainda que possam existir, como é natural, responsabilidades das entidades de saúde, da entidade reguladora e de outros stakeholders relevantes, julgo que é responsabilidade dos operadores garantir a defesa inequívoca do bem-estar dos seus clientes, garantindo sempre que possível que o jogo é, tal como deve ser, uma atividade lúdica, de entretenimento.

Atualmente, a tecnologia é fundamental para ajudar também os operadores. Que tecnologias e ferramentas já são usadas pela Betano para promover o jogo responsável?
A tecnologia é, de facto, um parceiro fundamental para atingirmos os nossos objetivos ao nível de jogo responsável. Para além das possibilidades que oferecemos aos jogadores de definirem limites financeiros de depósito, perdas ou volumes jogados, oferecemos ainda a possibilidade do jogador pedir um período de auto-exclusão, temporário ou permanente. Na Betano vamos além destas funcionalidades e garantimos, através de equipas dedicadas e de um microsite exclusivo de Jogo Responsável, o reforço contínuo do nosso compromisso para com a proteção do jogador e a integridade do mercado. Esta plataforma reúne informação, ferramentas e recursos de apoio, oferecendo aos jogadores uma experiência segura, transparente e responsável.

O que é possível ao nível da prevenção e relativamente ao apoio contínuo que deve acontecer junto de públicos mais vulneráveis a este tipo de risco?
Ao nível da prevenção acho que é importante referir o papel que, quer a entidade reguladora (SRIJ), quer a APAJO, têm desenvolvido ao longo dos últimos anos, lançando campanhas que se focam precisamente na prevenção de determinados comportamentos. Na Betano, para além do papel enquanto membro da APAJO, temos investido em várias iniciativas, desde as medidas invisíveis, como por exemplo o bloqueio do nosso canal de YouTube para perfis não verificados e menores de 18 anos, até iniciativas de maior visibilidade, como o facto de termos uma campanha publicitária a correr, em TV, focada exclusivamente no jogo responsável. O Dia Internacional do Jogo Responsável é uma oportunidade para reforçar estes princípios e lembrar aos jogadores que existem sempre ferramentas práticas e apoio disponíveis.

Que importância assumem as ferramentas de auto-regulação neste tipo de acompanhamento?
Estas ferramentas são fundamentais, uma vez que dotam o jogador do controlo absoluto sobre o seu nível de envolvimento, a diversos níveis. Para nós é especialmente importante que o jogador conheça estas ferramentas e é por isso que as comunicamos com regularidade aos nossos clientes, através de newsletters, das redes sociais e, claro, do próprio site.

Que dicas deixaria para que os utilizadores possam jogar, divertindo-se com responsabilidade?
Deixaria estas orientações que foram concebidas para promover a consciencialização, incentivar a reflexão e ajudar os jogadores a tomar decisões conscientes e informadas sobre a sua forma de jogar: joguem por diversão, não para ganhar dinheiro; estejam atentos ao tempo que passam a jogar e façam pausas regulares; definam um orçamento e não o ultrapassem; mantenham-se sociáveis e em equilíbrio com outras atividades; joguem sóbrios; protejam os menores e evitem o seu acesso à plataforma; não persigam as perdas; nunca joguem sob stress ou sofrimento emocional; em caso de dúvida, parem de jogar e utilizam as ferramentas de jogo responsável disponíveis.

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