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Tempo de espera para cirurgias mais graves duplica com apenas dois níveis de prioridade

A portaria hoje publicada em Diário da República, assinada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e que entra em vigor na quinta-feira, define que apenas a espera para a primeira consulta de especialidade hospitalar referenciada pelos cuidados primários – à exceção da Oncologia e Cardiologia – mantém os habituais três níveis: muito prioritário (30 dias), prioritário (60 dias) e normal (120 dias).
Trabalhar como cirurgião (até 2053)
1 Abril 2026, 13h55

Os tempos de espera para cirurgias programadas passam a partir de quinta-feira a ter apenas dois níveis de prioridade, segundo uma portaria hoje publicada, que duplica a espera em cirurgias para casos mais graves.

Também no caso das primeiras consultas de especialidade para doença oncológica, os tempos passam a ter apenas dois níveis: muito prioritário (sete dias) e prioritário (30 dias), ao invés dos anteriores três (7, 15 e 30 dias).

A portaria hoje publicada em Diário da República, assinada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e que entra em vigor na quinta-feira, define que apenas a espera para a primeira consulta de especialidade hospitalar referenciada pelos cuidados primários – à exceção da Oncologia e Cardiologia – mantém os habituais três níveis: muito prioritário (30 dias), prioritário (60 dias) e normal (120 dias).


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