Entre 2005 e 2013, o investimento em Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional (Cobradi) aumentou 61%, segundo informação divulgada hoje em Brasília.
No documento “Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional: 2011-2013”, está inscrito que a cooperação do Brasil este presente em 159 países, o que envolveu “gastos na ordem de 2,8 mil milhões de reais [777,9 milhões de euros] no período 2011-2013, destacando-se a prevalência de dispêndios com organismos internacionais (53%)”.
No relatório, da responsabilidade do Instituto de Pesquisa Económica Aplicada e da Agência Brasileira de Cooperação, é afirmado que o país se afasta do “conceito de doador tradicional”, pois prioriza “a troca de experiências e o uso da máquina pública”.
No âmbito da cooperação técnica, Moçambique aparece no topo dos recetores, tendo recebido 19,7 milhões de reais (5,47 milhões de euros) nos três anos. Seguem-se São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, o grupo Benim, Burkina Faso, Chade e Mali, Guiné-Bissau. Na nona posição aparece Angola e, no 13.º lugar, surge Cabo Verde em 13.º.
A Cobradi tem como áreas de atuação a cooperação técnica, educacional, científica e tecnológica, humanitária, apoio e proteção a refugiados e operações de manutenção da paz.
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