O ataque ocorreu na discoteca Reina, no distrito de Ortakoy, em Istambul. O homem que entrou no espaço estava armado com uma arma de cano longo e matou um polícia e uma pessoa fora da discoteca, antes de entrar. Deveriam estar dentro do estabelecimento cerca de 600 pessoas.
De acordo com o Guardian, o ministro do Interior turco, Süleyman Soylu, revelou que 15 das vítimas mortais têm nacionalidade estrangeira. O governante adiantou também que o atirador ainda se encontra em fuga – contrariando informações anteriores de que teria sido abatido.
Dezenas de feridos foram de imediato transportados para hospitais, ao mesmo tempo que ambulâncias e carros da polícia foram para o loca. Testemunhas no local afirmam ter ouvido palavras de ordem em árabe.
O ataque ainda não foi reivindicado, mas a Turquia tem sido um alvo frequente de reivindicados pelo Daesh, que já atingiram Istambul e Ancaram, e da rebelião do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). Em 2016, morreram pelo menos 180 pessoas em ataques na Turquia levados a cabo pelo Estado Islâmico e por rebeldes curdos
O Presidente turco, Tayyip Erdogan, reagiu ao ataque numa declaração por escrito: “Como uma nação, vamos lutar até o fim contra não apenas os ataques armados de grupos terroristas, às forças por detrás deles, e também contra os seus ataques económicos, políticos e sociais”.
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