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Xiaomi: a ameaça chinesa à liderança da ‘Apple’

A Xiaomi é uma das maiores fabricantes de smartphones e tablets do país asiático: em casa, a empresa vende mais smartphones do que a rival americana.
12 Setembro 2017, 06h15

A Xiaomi, conhecida como a Apple chinesa, ocupava no início de 2013, o 14º lugar no ranking global em vendas de smartphones. Em quatro anos, a situação mudou e conseguiu alcançar o ‘top’ cinco mundial. As vendas aumentaram 59% nos últimos 12 meses, fixando-se em 21 milhões de aparelhos vendidos.

A influência da Apple colabora certamente para o sucesso da Xiaomi. Mas boa parte da popularidade da empresa na China deve-se à conjugação de dois factores: aparelhos com configuração robusta e preços muito baixos. Um bom exemplo disso é o Mi dual, um dos mais avançados da Xiaomi – com uma câmara de 12 MP, ecrã de 5, 15 polegadas e duas câmaras traseiras.

Na China, a Xiaomi vende também outros produtos, como pulseiras inteligentes, TVs e adaptadores com funções similares à Apple TV e ao Chromecast.
A Xiaomi nasceu em 2010 de um consórcio de entidades que queria criar uma nova empresa de smartphones na China: Temasek, Qualcomm, IDG Capital e outros fundos de investimento.

Em 2011 foi lançado o primeiro equipamento. Quase três anos depois a empresa tem feito manchetes na imprensa pelas fortes vendas que tem apresentado. Os smartphones utilizam uma vertente do Android (estilo de design limpo e baseado em ícones do iOS).


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