[weglot_switcher]

Oito em cada dez jogadores de raspadinhas são de classes mais baixas

O Governo vai lançar a 18 de maio, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, um novo jogo de lotaria instantânea, chamado do Património Cultural, sob a forma de raspadinha, confirmou o jornal “Público”.
Jose Manuel Ribeiro/Reuters
27 Março 2021, 09h08

A raspadinha é jogada sobretudo por pessoas de classe média baixa e baixa em Portugal, revelam os dados da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), referentes a 2019, disponibilizados este sábado pelo jornal “Público”.

Ao matutino, a SCML forneceu um estudo onde se conclui que quase 80% das pessoas que jogam a raspadinha são das classes mais baixas. A maior percentagem de pessoas que jogou na raspadinha nesse ano foi da “classe social E”, com um peso de 50%, segue-se a D, com 26,6%. As duas somadas chegam aos 76,6%.

Segundo a mesma publicação, Governo não vai recuar e lançará a 18 de maio, em parceria com a SCML, um novo jogo de lotaria instantânea, chamado do Património Cultural, sob a forma de raspadinha. Os resultados líquidos de exploração serão atribuídos ao Fundo de Salvaguarda do Património Cultural.


Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.