A raspadinha é jogada sobretudo por pessoas de classe média baixa e baixa em Portugal, revelam os dados da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), referentes a 2019, disponibilizados este sábado pelo jornal “Público”.
Ao matutino, a SCML forneceu um estudo onde se conclui que quase 80% das pessoas que jogam a raspadinha são das classes mais baixas. A maior percentagem de pessoas que jogou na raspadinha nesse ano foi da “classe social E”, com um peso de 50%, segue-se a D, com 26,6%. As duas somadas chegam aos 76,6%.
Segundo a mesma publicação, Governo não vai recuar e lançará a 18 de maio, em parceria com a SCML, um novo jogo de lotaria instantânea, chamado do Património Cultural, sob a forma de raspadinha. Os resultados líquidos de exploração serão atribuídos ao Fundo de Salvaguarda do Património Cultural.
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