A Sonaecom apresentou no final de 2019 um volume de negócios consolidado de 132,4 milhões de euros, mais 21,1% que no período homólogo de 2018 (ou mais 3,8% numa base comparável), mas os resultados líquidos ficaram nos 51,5 milhões, abaixo dos 69 milhões registados no final de 2018.
Por outro lado, EBITDA total atingiu os 30,5 milhões de euros, incluindo 11,5 milhões de itens não recorrentes pela venda da Sapethy e da We Do, afirma o grupo liderado na sua cúpula por Cláudia Azevedo em comunicado enviado à CMVM.
O EBIT desceu de 60 milhões de euros no final de 2018 para 20,3 milhões, explicados pelo menor nível de EBITDA e pelo maior nível de depreciações. Os resultados financeiros foram negativos em 0,1 milhões de euros em 2019, que compaream com 0,2 milhões positvos de 2018.
O resultado indireto atingiu os 27,1 milhões de euros, que compara com um valor de 15,1 milhões em 2018, impactado pelos ajustamentos ao justo valor em alguns dos ativos do Fundo Armilar. Já o CAPEX operacional estacionou nos 10,4 milhões de euros, representando 7,9% do volume de negócios, 11 pontos percentuais acima do valor registado em 2018.
O documento especifica que a área de tecnologia atingiu um volume de negócios de 115,8 milhões de euros, mais 4,3% numa base comparável.
Quanto ao jornal Público, o documento afirma que “continuou a executar a sua estratégia digital”, o que lhe permitiu aumentar as receitas em 6,4%.
A empresa vai propor o pagamento de um dividendo de 8,3 cêntimos (ou 0,083 euros) por ação, mantendo assim a estratégia de entregar aos acionistas metade dos lucros obtidos. No ano passado, e face a um lucro mais volumoso, os dividendos pagos foram de 0,112 euros.
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