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Wall Street abre em alta e acompanha Europa com esperança no Dexametasona

O anti-inflamatório Dexametasona é o novo medicamento testado na luta contra a Covid-19 e está a animar as bolsas. Wall Street reflete na abertura esse optimismo. No plano macroeconómico foi revelado que as construções nos EUA estão com um ritmo inferior ao previsto.
A trader wears glasses that say “2017” ahead of the new year on the floor of the New York Stock Exchange (NYSE) in Manhattan, New York City, U.S., December 30, 2016. REUTERS/Stephen Yang
17 Junho 2020, 14h51

As bolsas em Wall Street abriram esta quarta-feira em alta ligeira, acompanhando o sentimento das suas congéneres europeias.

O Dow Jones ganha +0,22% para 26.346,9 pontos; o S&P 500 também abre a subir 0,15% para 3.129,43 pontos e o Nasdaq valoriza 0,48% na abertura para 9.943,3 pontos.

Destaque para as notas de mercado que dão conta que um medicamento anti-inflamatório de baixo custo, se tornou o primeiro tratamento a melhorar a sobrevivência em pacientes com Covid-19.

“Na sessão de hoje destaque para a notícia de que a Comissão Europeia se prepara para lançar uma série de medidas destinadas a redefinir a sua relação com a China. Foco também para as notas de mercado que dão conta que um medicamento anti-inflamatório de baixo custo, se tornou o primeiro tratamento a melhorar a sobrevivência em pacientes com Covid-19”, revela o analista de mercados do Millennium BCP Investment Banking.

Um anti-inflamatório tornou-se na nova esperança para combater a pandemia Covid-19 a nível mundial. Um estudo da Universidade de Oxford revelou que a dexametasona, um anti-inflamatório de baixo custo, tem benefícios na luta contra o novo coronavírus. De acordo com a investigação, a dexametasona reduz para um terço o risco de morte em doentes ventilados e um quinto em pessoas que estejam a receber oxigénio.

O estudo realizado pela Universidade de Oxford – e noticiado pela BBC -, diz ainda que a dexametasona, se tivesse sido utilizada atempadamente para tratar de doentes com a pandemia no Reino Unido, poderia ter salvado mais de cinco mil vidas, num país que conta mais de 40 mil mortos por Covid-19.

No plano macroeconómico foi revelado que as construções nos EUA estão com um ritmo inferior ao previsto. Os dados revelam um aumento sequencial de 4,3% em maio que foi significativamente mais baixo que o estimado pelos analistas (23,5%) e as licenças de construção subiram 14,4% face a abril (esperava-se 16,8%).

O crude West Texas está a cair -1,35% para 37,86 dólares.

O euro cai -0,32% para 1,1228 dólares.


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