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Wall Street abre em alta de quase 2% com negociações dos EUA com China

China e Estados Unidos começaram, discretamente, a negociar para melhorar o acesso dos EUA aos mercados chineses, após uma semana de escalada de tensão, com a ameaça de Washington usar tarifas alfandegárias para diminuir os desequilíbrios comerciais.
Traders work on the floor of the New York Stock Exchange (NYSE) shortly after the opening bell in New York, U.S., January 5, 2017. REUTERS/Lucas Jackson
26 Março 2018, 15h04

Wall Street salta quase 2% na abertura da primeira sessão da semana santa após o colapso de 6% na semana passada.

O Dow Jones valoriza 2,11% para 24.030,7 pontos; o S&P 500 ganha 1,6% para 2.629,7 pontos e o Nasdaq ascende 1,83% para 7.120,3 pontos.

Este otimismo é o resultado das iniciativas da Administração Trump, para diluir o medo do mercado dos efeitos de uma guerra comercial e amortecer a queda dos mercados de ações, deixou transparecer que a China e os Estados Unidos terão começado a negociar “silenciosamente” para melhorar o acesso dos EUA aos mercados chineses, após uma semana de tensão fruto do anúncio das tarifas alfandegárias sobre produtos do gigante asiático no valor de 60.000 milhões de dólares.

De acordo com o The Wall Street Journal, as negociações, que abrangem amplas áreas que incluem serviços financeiros e industria, estão a ser lideradas por Liu He, vice-primeiro ministro chinês e considerado um “tecnocrata liberal”.

Do lado dos EUA, o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, tem estado “cautelosamente otimista” quanto à possibilidade de se chegar a um acordo.

O petróleo cai no mercado norte-americano. O WTI desce 0,43% para 65,6 dólares, ao passo que o Brent de Londres perde 0,35% para 70,2 dólares.

O euro valoriza face ao dólar 0,67% para 1,2436 dólares.


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