Paulo Dias lamenta que a empresa detentora dos teatros Tivoli BBVA, em Lisboa, e do cineteatro Vale Formoso, no Porto, não tenha tido acesso às verbas provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência. Em entrevista ao Jornal Económico, o responsável fala do processo de compra e obras de requalificação do teatro portuense e de como os preços dos bilhetes não aumentam sob pena de afastar as pessoas dos espetáculos, mas ao mesmo tempo impedem melhores remunerações a atores e técnicos.