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Fintech

Revolut une-se a fintech alemã para lançar negociação de ETF

Mariana Bandeira 10 mai 2023
O investimento mínimo nestes fundos, através da aplicação financeira, é de um euro e está disponível a partir desta quarta-feira. “Em breve vamos lançar uma plataforma de trading mais sofisticada para investidores experientes”, revela ainda um porta-voz do neobanco britânico.

Rauva já está disponível para PME e freelancers em Portugal

Maria Teixeira Alves 09 mai 2023
A Rauva está apenas disponível para os negócios em Portugal, uma vez que apresenta uma abordagem localizada, mas pretende expandir-se para outros mercados nos próximos anos.

Indústria de fintech deverá atingir os 1,5 biliões de dólares até 2030, segundo BCG

Maria Teixeira Alves 08 mai 2023
Os bancos e neobancos, plataformas de empréstimo, credores hipotecários e cooperativas de crédito sentirão dificuldades em aumentar a rentabilidade e terão de começar a conceder empréstimos com base no seu próprio balanço, enquanto acedem simultaneamente a fundos de custo mais baixo, defende o estudo da BCG.

“Open banking do Brasil é melhor do que o britânico”, diz CEO brasileiro da Revolut

Mariana Bandeira 05 mai 2023
A Revolut lançou oficialmente esta semana a ‘app’ financeira no mercado brasileiro. O CEO da subsidiária, Glauber Mota, diz ao JE que a operação foi montada em apenas um ano e tece elogios ao Banco Central do Brasil.

Novo golpe nas bitcoin. Argentina proibe fintech de efetuar operações com criptoativos

José Carlos Lourinho 05 mai 2023
O banco central alegou que esta medida visa “mitigar os riscos que as operações com estes ativos poderiam criar aos utilizadores de serviços financeiros e ao sistema nacional de pagamentos” e “equipara as regras que os PSPCP e as entidades financeiras devem cumprir”.
Hélder Rosalino

“Utilização dos criptoativos como instrumento de pagamento é sensível para os bancos centrais”

Maria Teixeira Alves 04 mai 2023
Com este Regulamento (MiCA) “teremos uma atuação harmonizada das autoridades de supervisão a nível Europeu” porque “a área das atividades com criptoativos, seja para efeitos de investimento, seja para efeitos de pagamentos” extravasa fronteiras, diz Hélder Rosalino.
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