CDS-PP considera inaceitável novo diferendo em tribunal sobre iluminações de natal e fim-de-ano

O partido diz que a suspensão do contrato para a instalação da iluminação de natal e fim-de-ano, na Madeira, cria problemas junto do comércio e do turismo.

O CDS-PP Madeira considerou inaceitável a existência de um novo diferendo, pelo terceiro ano consecutivo, relativo ao concurso público  para a instalação da iluminação de natal e de fim-de-ano na madeira.

“Esta situação cria problemas junto do comércio e do próprio turismo e põe em causa o calendário”, afirmou Lino Abreu, deputado do CDS-PP Madeira.

O centrista defende que os trabalhos já se deveriam ter iniciado, e mostrou preocupação por nesta altura ninguém saber quando é que este problema vai ser resolvido.

“Com estes atrasos sabemos apenas que a Região terá custos adicionais porque não acreditamos que o Tribunal vá levantar a impugnação apresentada por um dos concorrentes e, em nosso entender, a única arma que o Governo tem é o ajuste direto”, defendeu o centrista.

Lino Abreu teme que esta solução do ajuste directo possa vir a ter “um custo superior” ao previsto.

De referir que nesta altura a instalação da iluminação de natal e fim-de-ano está suspensa devido a uma ação colocada em tribunal por uma das empresas que apresentou candidatura ao concurso.

Ler mais
Relacionadas

Madeira: Ação em tribunal mantém iluminação de natal e fim-de-ano em suspenso

Esta acção vem da empresa que ficou em segundo lugar no procedimento de ajuste directo referente ao contacto de iluminação de natal e fim-de-ano da Madeira.
Recomendadas

Simulacro na Madeira testa capacidade de resposta de plano de emergência

O cenário foi um incêndio num laboratório. O simulacro contou com a participação do Serviço Municipal de Protecção Civil do Funchal e com os Bombeiros Sapadores.

FEDER vai dar mais apoio às Regiões Ultraperiféricas

O Parlamento Europeu votou favoravelmente a passagem da taxa de cofinanciamento para as RUP de 70% para 80%.

Assembleia da Madeira aprova subida do salário mínimo regional para os 615 euros

O diploma foi aprovado pelos deputados do PSD, CDS-PP, JPP, PS e BE e a abstenção do PCP, PTP e deputado independente.
Comentários