Governo quer refugiados a trabalhar na agricultura e turismo

A medida de deslocar refugiados para o interior do país conta já com o envolvimento de cerca de cem municípios e visa “a melhor integração possível” ao nível socioprofissional.

O Governo de António Costa quer mobilizar os refugiados acolhidos no país para trabalharem na agricultura e no turismo, dois setores de atividade onde há mais mão de obra. A medida de deslocar refugiados para o interior do país conta já com o envolvimento de cerca de cem municípios e visa “a melhor integração possível” ao nível socioprofissional, avança a edição desta terça-feira, 9 de outubro, do “Jornal de Notícias”.

“Conhecidas que são as necessidades em determinados setores de atividade, de que são exemplo, o turismo, a agricultura, a pecuária, a exploração florestal, a metalurgica e metalomecânica, o calçado, as tecnologias de informação e conhecimento, entre outros, pretende-se levar a cabo iniciativas que fomentem a integração no mercado de trabalho: formação, estágios, emprego e empreendedorismo”, explica fonte do Ministério da Presidência.

Dos 1692 refugiados acolhidos por Portugal, 923 permanecem no território. Os distritos com maior número de acolhimento são Lisboa, Braga, Porto e Aveiro. Até ao final de 2019, vão ser reinstaladas em Portugal 1.010 refugiados em território nacional.

Recomendadas

Mestrados da Nova distinguidos pelo Wall Street Journal

Mestrados de finanças e de gestão da Nova SBE entre os melhores do mundo. A faculdade considera o resultado importante para impulsionar a marca no mercado norte-americano.

Espetáculo solidário pretende angariar fundos para ajudar famílias de crianças em tratamento hospitalar

“O melhor de Nós” é uma iniciativa da Clínica Sónia Costa em parceria com a Casa Ronald Macdonald, que acolhe de forma gratuita os familiares mais carenciados das crianças que se deslocam da sua área residência para tratamento no Centro Hospitalar de São João (CHUSJ) e no Instituto Português de Oncologia (I.P.O) do Porto.

Campo das Cebolas passa a ser Largo José Saramago. Alteração envolta em polémica

A alteração do nome não foi bem acolhida por todos. “Alterar a designação do Campo das Cebolas é um mau serviço à cidade e um mau serviço ao próprio José Saramago”, disse à TSF, João Pedro Costa, vereador do PSD na Câmara Municipal de Lisboa, que votou contra a alteração do nome.
Comentários