PCP: “Esta proposta orçamental continua limitada”

“O sentido de voto será anunciado após essa confirmação, esperando que o conteúdo do orçamento corresponda às perspetivas que estão criadas”, afirmou o deputado do PCP António Filipe, em declarações aos jornalistas no parlamento.

O PCP considerou esta terça-feira que a proposta de Orçamento do Estado traz “um conjunto de medidas de sentido positivo” e “inseparáveis da contribuição” do partido, remetendo o anúncio do sentido de voto para depois de as confirmar no documento.

“Acabámos de receber o Orçamento do Estado há poucas horas, vamos verificar a adequação do seu conteúdo às perspetivas positivas do que foi o exame comum. O sentido de voto será anunciado após essa confirmação, esperando que o conteúdo do orçamento corresponda às perspetivas que estão criadas”, afirmou o deputado do PCP António Filipe, em declarações aos jornalistas no parlamento.

Na sua declaração inicial, António Filipe fez questão de salientar que a proposta orçamental para 2019 contém “um conjunto de medidas de sentido positivo que são inseparáveis da contribuição que o PCP deu” ao longo do exame comum do documento com o Governo.

“Consideramos que esta proposta continua limitada por opções do PS que limitam o alcance do que seria necessário para resolver os problemas estruturais com que o país se confronta”, defendeu.

Recomendadas

Topo da agenda: o que vai marcar a atualidade esta quarta-feira

Os investidores estarão atentos à divulgação do “Livro Bege” por parte da Reserva Federal norte-americana e às declarações de Williams, membro do FOMC, e do assessor do secretário do Tesouro norte-americano Neel Kasharki. Por cá, a agenda política fica marcada pela comissão de inquérito aos incêndios de 2017.

Valor médio das novas pensões atribuídas em julho foi o mais alto desde dezembro de 2018

Em julho, a Caixa Geral de Aposentações passou a ter 1.452 novos pensionistas por velhice, o que reflete uma subida homóloga de 43,3%.

FESAP ameaça com greve dos técnicos de saúde até final do mês

O dirigente sindical da estrutura associada à UGT diz que os trabalhadores envolvidos na possível greve serão técnicos superiores de diagnóstico, técnicos superiores, assistentes técnicos, assistentes operacionais, porque “não é justo” que com 20-30 anos de serviço ganhem o salário mínimo.
Comentários