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IAG com lucros de 921 milhões no semestre. Iberia cresce e atinge números históricos

A espanhola Iberia, com um crescimento significativo nos lucros, é a grande responsável por estes resultados sendo que a IAG destaca uma forte procura em toda a rede e uma rentabilidade “particularmente positiva” dos negócios em Espanha.
28 Julho 2023, 10h24

A holding da aviação IAG, que integra a British Airways e a Iberia (entre outras companhias), atingiu lucros de 921 milhões nos primeiros seis meses deste ano, um crescimento que mostra uma forte recuperação do sector depois da pandemia, entre outros fatores, ter provocado perdas de 654 milhões de euros no mesmo período de 2022.

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A IAG atingiu receitas de 1.260 milhões de euros até junho sendo que no mesmo período do ano passado, os números encontravam-se no “vermelho”: perdas de 446 milhões de euros.

A espanhola Iberia, com um crescimento significativo nos lucros, é a grande responsável por estes resultados sendo que a IAG destaca uma forte procura em toda a rede e uma rentabilidade “particularmente positiva” dos negócios em Espanha. A Iberia terminou o semestre com os maiores lucros no segundo trimestre: 307 milhões de euros quando em junho de 2022 tinha atingido um lucro de apenas dois milhões de euros.

A British Airways contribuiu com lucros de 652 milhões quando há um ano registava prejuízos de 436 milhões de euros. A Vueling lucrou 96 milhões de euros (quando tinha 58 milhões de prejuízo há um ano) e a Aer Lingus contribuiu com 40 milhões de euros para os lucros da holding (quando há um ano tinha perdas de 83 milhões)

Revela a IAG que “as perspectivas para este verão são animadoras, com reservas que cobrem 80% das receitas previstas para o terceiro trimestre”. Assim British Airways, Iberia, Vueling y Aer Lingus restabeleceram 94% da capacidade média que dispunham em 2019.

Destaca o CEO da IAG, Luis Gallego, que “os lucros sólidos registado desde o início do ano estão a ajudar-nos a financiar os investimentos para os nossos clientes e a melhorar o nosso balanço mediante a redução da dívida. O nosso objetivo é voltar a garantir a capacidade que tínhamos antes da pandemia no final deste ano.

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