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Encargos líquidos do Estado com PPP caem 7,4% de 2022 para 2023

Os dados constam da Conta Geral do Estado (CGE) de 2023, publicada hoje pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), que detalha que os encargos das Administrações Públicas com os contratos de Parcerias Público-Privadas (PPP) cifraram-se em 1.254,9 milhões de euros no ano passado, situando-se 1,5% (18,8 milhões de euros) abaixo do montante estimado no relatório da proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023).
16 Maio 2024, 17h27

Os encargos do Estado com as PPP caíram para 1.254,9 milhões de euros em 2023, 1,5% abaixo do estimado no Orçamento do Estado e 7,4% menos que o executado no ano anterior, segundo dados hoje divulgados.

Os dados constam da Conta Geral do Estado (CGE) de 2023, publicada hoje pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), que detalha que os encargos das Administrações Públicas com os contratos de Parcerias Público-Privadas (PPP) cifraram-se em 1.254,9 milhões de euros no ano passado, situando-se 1,5% (18,8 milhões de euros) abaixo do montante estimado no relatório da proposta de Orçamento do Estado para 2023 (OE2023).

O documento detalha que a diferença resulta de “os encargos com os setores da saúde se terem situado abaixo do orçamentado e de os proveitos do setor aeroportuário terem superado as previsões”, sendo que, em sentido inverso, registou-se, nos setores rodoviário e ferroviário, uma execução acima do orçamentado.

Quando comparada a execução de 2023 com a do ano anterior, registou-se um decréscimo de 7,4%, dos encargos líquidos do Estado com as PPP, face aos 1.355,7 executados em 2022, para o qual contribuíram todos os setores, exceto o ferroviário, que registou um aumento de 5,4% dos encargos líquidos.

Os setores nos quais se registaram as diminuições mais significativas dos encargos foram o rodoviário, com um recuo de 5,1% para 1.078,4 milhões de euros, cujo decréscimo é explicado pelo efeito conjunto da diminuição dos encargos brutos, em 21,7 milhões de euros (-1,5%), e do aumento das receitas, em 36,7 milhões de euros (11,2%), e o setor da saúde, com uma queda de 22,3% para 126,4 milhões de euros.


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