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Vasp “vê-se obrigada a estudar uma revisão da atual configuração de algumas rotas de distribuição de imprensa”

“Neste contexto, e na ausência de soluções que assegurem a manutenção integral do serviço nos atuais moldes, a Vasp informa que se encontra a avaliar a necessidade de proceder a ajustamentos em determinadas rotas, nomeadamente nos seguintes distritos: Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança”.
4 Dezembro 2025, 16h45

A Vasp – Distribuição e Logística disse, esta quinta-feira, em comunicado que “atravessa, neste momento, uma situação financeira particularmente exigente, resultante da continuada quebra das vendas de imprensa e do aumento significativo dos custos operacionais, que colocam sob forte pressão a sustentabilidade da atual cobertura de distribuição de imprensa diária”.

A administração da Vasp informou hoje que está a avaliar a necessidade de fazer ajustamentos na distribuição diária de jornais nos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança.”Esta conjuntura tem impacto direto na viabilidade da distribuição diária de imprensa em pontos de venda, sobretudo nas regiões do interior do País, obrigando a empresa a reavaliar o seu modelo operativo e logístico”, referiu a Vasp.

A empresa diz que “vê-se obrigada a estudar uma revisão da atual configuração de algumas rotas de distribuição, de forma a salvaguardar a continuidade global da operação e evitar um cenário de insustentabilidade financeira que colocaria em risco a totalidade da atividade da distribuição de imprensa em Portugal”.

“Neste contexto, e na ausência de soluções que assegurem a manutenção integral do serviço nos atuais moldes, a Vasp informa que se encontra a avaliar a necessidade de proceder a ajustamentos em determinadas rotas, nomeadamente nos seguintes distritos: Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança”, lê-se no comunicado.

No comunicado a Vasp informou ainda que “manifesta total disponibilidade para continuar o diálogo construtivo com editores, entidades públicas e demais parceiros institucionais, no sentido de identificar soluções que permitam preservar o acesso à imprensa à população portuguesa e evitar um cenário sem precedentes em democracia”.


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