O banco de investimento cita a maior produção norte-americana à boleia de ganhos de eficiência e a fraca procura chinesa para argumentar que o barril de petróleo estará, em média, mais barato do que previa até final deste ano e no próximo.
Carlo Capuano, vice-presidente sénior da agência de notação DBRS, considera que mesmo num “cenário negativo e improvável de um aumento de 10% nas necessidades de gás”, a UE deverá ser capaz de terminar o Inverno com 47% de capacidade estimada de armazenamento de gás.
O Governo projeta um preço médio do barril de petróleo abaixo dos mercados, que até reviram recentemente esta expectativa em alta depois dos cortes anunciados pela OPEP+. Já o euro deve ficar em paridade com o dólar, o que pode prejudicar ainda mais as contas externas nacionais.