Wall Street ganha mais de 2% impulsionado por resultados

Banca, tecnologia e saúde foram os setores que mais puxaram pelos principais índices norte-americanos.

Brendan McDermid / Reuters

O Dow Jones subiu 2,17% para 25.798,42 pontos, o Nasdaq escalou 2,89% para 7.645,49 pontos e o S&P500 avançou 2,15% para 2.809,92 pontos. Já o Russell 2000 atingiu a maior sessão de ganhos diária desde 2016.

Assim, os índices bolsistas norte-americanos ganharam força no dia em que empresas como o Goldman Sachs e o Morgan Stanley apresentaram contas positivas. O primeiro encerrou a cotar nos 221,70 dólares, enquanto o segundo fechou nos 45,94 dólares.

No sector tecnológico, a Adobe disparou mais de 9%. Na saúde, a UnitedHealth disparou quase 5% e a Johnson & Johnson avançou mais de 2%. Estes dois grupos lideram os ganhos no S&P 500 desde o início do ano.

Os investidores estão confiantes pelos resultados apresentados pelas cotadas e os nervos parecem ter acalmado, depois das preocupações com as tensões no comércio global e a subida das yields norte-americanas.

“Os lucros corporativos foram o maior suporte. Estamos no início da temporada, mas até agora tudo bem, especialmente hoje”, disse à Reuters Chuck Carlson, diretor executivo da Horizon Investment Services em Hammond, Indiana.

Recomendadas

Novembro não trouxe acalmia nas bolsas

A volatilidade continuou a ser a nota dominante na primeira metade deste mês. As quedas registadas em outubro estão a fazer com que muitos analistas ponderem se o “bull market” terminou.

Wall Street recupera das perdas com possível entendimento entre Trump e Xi

Wall Street, perante desenvolvimentos comerciais entre os EUA e a China para um possível entendimento entre Trump e Xi, atenuou as perdas.

Sporting critica banca por não promover empréstimo obrigacionista

Francisco Salgado Zenha, vice-presidente e administrador da Sporting SAD, acusa a banca por não estar a apoiar a venda das obrigações da SAD sportinguista.
Comentários