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IL deixa recado a Albuquerque: “Estamos cá e não nos vamos deixar condicionar”

O líder da Iniciativa Liberal disse que há “militantes e simpatizantes da IL que não têm a liberdade de participar nas atividades do partido. Que têm medo, que sofrem condicionamento por manifestarem a sua visão política”.
14 Setembro 2023, 11h53

O líder da Iniciativa Liberal (IL), Rui Rocha, deixou um recado ao presidente do Governo Regional da Madeira e candidato da coligação PSD/CDS-PP às eleições regionais da Madeira, Miguel Albuquerque, de que a força partidária está na Região para ficar e que não se vai deixar condicionar.

“Há militantes e simpatizantes da IL que não têm a liberdade de participar nas atividade da IL. Que têm medo, que sofrem condicionamento por manifestarem a sua visão política, e participarem na sua atividade cívica”, disse Rui Rocha, durante uma ação de campanha, realizada no Funchal, para as eleições regionais marcadas para 24 de setembro.

“Temos casos de empresários com quem fazemos encontros que são depois advertidos de que isso pode prejudica-los [reuniões com a IL], acrescentou o líder da força partidária.

Face a isto, Rui Rocha deixou uma “mensagem muito clara” dirigida à Quinta Vigia [residência do presidente do Governo Regional da Madeira]. “A IL está cá, e está cá para ficar. Não somos condicionáveis. Não deixaremos que Miguel Albuquerque condicione a nossa atividade politica”, referiu o líder dos liberais.

Para Rui Rocha é preciso que a Madeira seja mais livre do que tem sido. “Queremos que corra uma brisa liberal na madeira”, afirmou o líder da IL.

“Eles também têm medo [PSD/CDS-PP]. E isso está muito presente por não terem autorizado os madeirenses a votar nas regionais em mobilidade e antecipadamente. O PSD e o CDS-PP têm muito medo do voto dos madeirenses”, disse o candidato da Iniciativa Liberal às eleições da Madeira, Nuno Morna.

O candidato da IL fazia referência à votação que se realizou na Assembleia Legislativa da Madeira, referente ao voto em mobilidade e antecipado, que teve o voto favorável de todas as forças partidárias (PS, JPP, CDU) com exceção do PSD e CDS-PP, que votaram contra.

“Isto é cobardia política”, disse Nuno Morna.


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